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  • Scorpions - The Best Is Yet To Come

    segunda-feira, 26 de novembro de 2012

    Olá pessoal! Primeiramente quero agradecer a todo mundo que tem acompanhado o Blog. Confesso que para minha surpresa já atingimos um número significativo de acessos, levando em conta que as postagens começaram há apenas três dias. Se você tem alguma sugestão ou gostaria de ler algum post sobre determinado assunto é possível entrar em contato através do e-mail:  versoecor@gmail.com

    Muito bem, esse post vai ser uma espécie de homenagem a uma banda que está para encerrar suas atividades ano que vem. Estou falando da banda alemã Scorpions, com origem em Hanover no ano de 1965 e que já lançou 19 álbuns de estúdios e outros em versão acústica. A trajetória de mais de 47 anos de sucesso foi permeada por muitas substituições na formação e até mesmo por um episódio preocupante que ocorreu quando Klaus Meine (vocalista desde 1970) teve problemas e chegou a perder a voz por um tempo. A banda prevê o fim da carreira para 2013, quando vai terminar a última turnê mundial. Esse vídeo a seguir e da música The Best Is Yet To Come do álbum Sting in the Tail e pelo que parece tem a intenção de dar um tom de otimismo aos fãs, se é que posso definir assim. Pois bem, aproveitem a música e desfrutem da linda poesia que ela traz!

    L.F


    Nem sempre


    Nem sempre

    Composição VIII - 1923  Kandinsky - óleo sobre tela


    Às vezes quero estar longe,

    Tão longe que possa enfim estar perto.

    Às vezes quero me perder,

    De tal maneira que acabe me encontrando.

    Às vezes quero o silêncio absoluto,

    Para então, ouvir a voz do coração.

    Às vezes quero me calar,

    E com meus gestos dizer ao mundo quem sou.

    Às vezes quero Sol,

    Somente para sentir falta da chuva.

    Às vezes sou eu,

    Buscando o eu sou.

    Às vezes tenho tudo,

    Apenas para perceber que não sou nada.

    Às vezes amo intensamente,

    Mas como sempre apenas para mais uma decepção.

    Às vezes me permito liberdade,

    E meus pés sempre caminham em direção à cela.

    Às vezes me despeço,

    Sem saber que a saudade vai me consumir aos poucos

    Às vezes queria querer menos.

    L.F

    Um pouco de nós


    UM POUCO DE NÓS

    Pintura a óleo, do jardim de Monet, Giverny, 1886.

    Hoje me peguei pensando em você.

    Sentindo saudade daquele primeiro olhar,

    Esperando vê-lo outra vez.

    Hoje me peguei sentindo falta de você.

    Relembrando a maciez dos cabelos,

    Ansiando tê-los outra vez ao alcance das mãos.

    Esperei o cair da tarde.

    Atento assentei-me numa colina distante,

    Tentando ouvir se o mar ainda quebrava no meu coração.

    Fiquei contente.

    Eu podia ouvi-lo,

    Talvez fraco e sereno, mas ainda lá.

    Estou aprendendo.

    A olhar seu sorriso e permanecer no chão,

    E assim me permitir voar junto com você.

    Te admiro.

    Você que é mulher e sabe o que quer,

    De ar gracioso e passos firmes.

    Te espero.

    Você que se desmistifica,

    E ainda sim não perde o mistério.

    Te desejo.

    Como o nada deseja o todo,

    Como o todo deseja a verdade.

    Estou seguro.

    Ainda que os caminhos sejam distantes,

    Levam ao mesmo destino.

    Posso oferecer.

    Em troca das, ainda, incertezas,

    Um coração puro e verdadeiro.

    Eu sou quem sou.

    Para que sendo eu, eu e sendo você, você,

    Sejamos então nós.

    L.F

    Pensamento Livre!


    No que você está pensando?
    No que você está pensando?
    No que você está pensando?



    Muitas vezes me encontro diante dessa pergunta, mas raramente tenho uma resposta para ela. Afinal, no que estou pensando? Penso tanto e tantas coisas que chego ao ponto de não saber no que pensar. É no ontem, no hoje e no amanhã que penso; nas coisas que fiz, que faço e nas que farei ou deixarei de fazer. Penso no tempo. Em como minha vida está intimamente ligada à essência do tempo. Penso nas possibilidades e nas vontades, no palpável e no que voa distante fugindo para além do alcance da visão. O dualismo do pensar me intriga, é dom por ser veículo de grandes realizações e é fraqueza pela eminente possibilidade da frustração. Pensar é arriscado. Se pensarmos demais perdemos a audácia do momento, se o inverso, metemos os pés pelas mãos. Todavia, o que é a vida sem riscos, sem audácia? Pelo pensar nos sentimos insatisfeitos, com a sensação de não chegar a lugar algum, desenvolvemos expectativas e criamos sonhos baseados no querer. Mas, pensando bem, é tão melhor esquecer essa coisa toda e simplesmente vagar pelo espaço e pelo tempo nas asas do pensamento! Hoje entendo que o pensar me permite ter aquilo que mais anseio, pois só meu pensamento pode ser verdadeiramente livre! Ninguém jamais poderá me impedir de pensar e sonhar, sonhar tão alto quanto queira e pensar sobre coisas das quais ainda nem eu mesmo saiba.
    Esse é um convite a repensar seus sonhos que ficaram no passado! Reviver aqueles pensamentos de ontem e relembrar a condição de liberdade que seu pensamento te proporciona.


    L.F.
    sexta-feira, 23 de novembro de 2012

    Para abrir os posts aqui no Verso & Cor vamos com um vídeo de Blowin’in the Wind, uma famosa canção de Bob Dylan que se tornou o primeiro hit de sua carreira. Foi lançada no segundo álbum de Dylan, chamado The Freewheelin’ Bob Dylan.

    Desfrutem da linda interpretação de Carla Bruni e Dave Stewart!

    Sejam todos muito bem vindos!!!

    L.F